Gente, tô transferindo tudo pra cá:
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domingo, 27 de novembro de 2011
domingo, 6 de novembro de 2011
Boa Vida
Eu nunca mais quero outra vida, jogado na rua feito um vira-lata. O amor um dia chega irmão, mesmo pr'um cara pirado que só sabe ficar bebendo pinga, cantando rock, contando vantagem.
Agora a gente só vive grudado, pela rua aos beijos e abraços. Todo mundo repara. E mesmo os meus amigos mais canalhas, me dão razão quando eu falo que eu nunca mais quero outra vida. Me machucar pela pessoa errada? O amor tem cartas já marcadas, e eu nunca tive vocação pra otário. Eu nunca mais quero outra vida. Olha só como eu tô bem tratado! É, os tempos mudaram e agora eu ando muito bem acompanhado.
Agora a gente só vive grudado, pela rua aos beijos e abraços. Todo mundo repara. E mesmo os meus amigos mais canalhas, me dão razão quando eu falo que eu nunca mais quero outra vida. Me machucar pela pessoa errada? O amor tem cartas já marcadas, e eu nunca tive vocação pra otário. Eu nunca mais quero outra vida. Olha só como eu tô bem tratado! É, os tempos mudaram e agora eu ando muito bem acompanhado.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Better Man
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
E a vida segue
A vida te dá uma rasteira. Você cai, tropeça, o sonho borra a maquiagem, o coração se espalha. Voce sente dor, perde o rumo, perde o senso e promete: Paixão nunca mais. Você sente que nunca irá amar alguém de novo, que amor é conversa de botequim, ilusão de sentido, que só funciona direito pra fazer música, poesia e roteiro de cinema. E voce inventa. Um amor pra distrair. Um amor pra ins-pirar, um amor pra trans-pirar. Uma paixão aqui, um quase-amor ali. Ainda bem que existem os amigos, para amar, abraçar, sorrir, cantar, escrever em recibos e tirar fotos bonitas. E a vida segue. Sua imaginação te preenche, e seus amigos te dão colo, Vodka e dias incríveis!
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Morre lentamente
Morre lentamente...
Quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar. Quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajeto, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece. Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos e os corações aos tropeços. Quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, ou amor, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho. Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo. Quem destrói seu amor próprio, quem não se deixa ajudar. Quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajeto, quem não muda de marca, não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece. Quem evita uma paixão e seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos e os corações aos tropeços. Quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, ou amor, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho. Quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Vem!
Vem para que eu possa recuperar sorrisos, pintar teu olho escuro com kol, salpicar tua cara com purpurina dourada, rezar, gritar, cantar, fazer qualquer coisa, desde que você venha, para que meu coração não permaneça esse poço frio sem lua refletida.
Meu Deus,
Meu Deus, não sou muito forte, não tenho muito além de uma certa fé. Preciso agora da tua mão sobre a minha cabeça. Que eu não perca a capacidade de amar, de ver, de sentir. Que eu continue alerta. Que, se necessário, eu possa ter novamente o impulso do vôo no momento exato. Que eu não me perca, que eu não me fira, que não me firam, que eu não fira ninguém.
Livra-me dos poços e dos becos de mim, Senhor.
E por alguma razão
Encontram-se de repente e por alguma razão, sexual ou não, pouco importa se por alguns minutos ou para sempre, tanto faz, por alguma razão essas pessoas não querem se separar.
Ele está perto.
A sua mão toca no meu ombro, sobe pelo pescoço, me alcança a face, brinca com a orelha, alcança os cabelos. O seu corpo cola-se ao meu. A sua boca vem baixando devagar, vencendo barreiras, colando-se à minha, de leve, tão de leve que receio um movimento, um suspiro, um gesto, mesmo um pensamento. Estou em branco como a noite. Ele me abraça. Ele está perto.






